Como fotografar o céu estrelado - Foca na Folga
Para quem caiu aqui de paraquedas, esse blog passou por uma reformulação em seu formato e agora nós damos dicas de como viajar gastando pouco, para que você possa ter experiências em sua vida que possa recordar quando estiver bem velhinho, mostramos também destinos para todos os bolsos e, ainda, dicas de como fazer algumas coisas relacionado às viagens.

Como não dá para viajar até as estrelas (ainda), nada melhor que admirá-las de um lugar isolado de luz artificial, talvez numa praia ou interior, aproveitando a calmaria que só esses lugares podem oferecer. Sugiro numa praia retirada, ouvindo um bom e velho Pink Floyd. 

Enfim, o que combina muito com viagens são as fotografias. E se você estiver em algum lugar desses que eu citei acima, com uma visão da Via Láctea e suas respectivas estrelas, por que não não as fotografá-las? Parece uma tarefa um tanto quanto difícil, mas se você tiver o equipamento correto (uma câmera) e quase nada de luz de cidades ou casas, se torna uma tarefa fácil. 
 A primeira coisa é aquilo que já dissemos: escuridão total. Evite também os dias em que a Lua está brilhando muito. Apesar da luz dela ser o reflexo de uma estrela, não é esse o nosso objetivo; então, hoje não, Lua.

As estrelas estão muito, mas muito longe mesmo; então é necessário usar uma exposição longa para conseguir captar a luz que elas emitem. Às vezes usamos 30 segundos ou mais. Por isso uma câmera DSLR e um tripé são essenciais. O tripé é o equipamento mais importante aqui.




Para fotografar as estrelas, podemos usar uma lente bem clara em sua maior abertura junto com o ISO mais alto que a câmera permitir sem ficar com excesso de ruído.

Como deixamos um tempo de exposição longo, variando entre 15 e 30 segundos, é necessário um tripé estável, além da desativação do estabilizador de imagem (IS).


Um dos pontos mais difíceis na fotografia noturna é o foco, porque, com pouca luz, a câmera não consegue focar no automático. Por isso, deixamos o foco no modo manual da lente e utilizamos algum ponto de luz distante ou uma estrela mais brilhante para focar, ou, mais fácil ainda, jogamos o foco manualmente para “infinito”.





Compor a paisagem com o céu noturno é um dos grandes desafios da astrofotografia. A Via Láctea atravessa o céu de ponta a ponta e o coração dela costuma ficar bem alto no céu na maior parte do tempo, então uma lente grande-angular costuma ser muito útil nessas horas.

Dica preciosa: ative o timer da sua câmera antes de começar a exposição, para evitar que a mesma trema no momento em que você apertar o botão para fotografar. Ou, se você tiver, uso aquele controle remoto que acompanha alguns modelos.


 

Como fotografar o céu estrelado

Para quem caiu aqui de paraquedas, esse blog passou por uma reformulação em seu formato e agora nós damos dicas de como viajar gastando pouco, para que você possa ter experiências em sua vida que possa recordar quando estiver bem velhinho, mostramos também destinos para todos os bolsos e, ainda, dicas de como fazer algumas coisas relacionado às viagens.

Como não dá para viajar até as estrelas (ainda), nada melhor que admirá-las de um lugar isolado de luz artificial, talvez numa praia ou interior, aproveitando a calmaria que só esses lugares podem oferecer. Sugiro numa praia retirada, ouvindo um bom e velho Pink Floyd. 

Enfim, o que combina muito com viagens são as fotografias. E se você estiver em algum lugar desses que eu citei acima, com uma visão da Via Láctea e suas respectivas estrelas, por que não não as fotografá-las? Parece uma tarefa um tanto quanto difícil, mas se você tiver o equipamento correto (uma câmera) e quase nada de luz de cidades ou casas, se torna uma tarefa fácil. 
 A primeira coisa é aquilo que já dissemos: escuridão total. Evite também os dias em que a Lua está brilhando muito. Apesar da luz dela ser o reflexo de uma estrela, não é esse o nosso objetivo; então, hoje não, Lua.

As estrelas estão muito, mas muito longe mesmo; então é necessário usar uma exposição longa para conseguir captar a luz que elas emitem. Às vezes usamos 30 segundos ou mais. Por isso uma câmera DSLR e um tripé são essenciais. O tripé é o equipamento mais importante aqui.




Para fotografar as estrelas, podemos usar uma lente bem clara em sua maior abertura junto com o ISO mais alto que a câmera permitir sem ficar com excesso de ruído.

Como deixamos um tempo de exposição longo, variando entre 15 e 30 segundos, é necessário um tripé estável, além da desativação do estabilizador de imagem (IS).


Um dos pontos mais difíceis na fotografia noturna é o foco, porque, com pouca luz, a câmera não consegue focar no automático. Por isso, deixamos o foco no modo manual da lente e utilizamos algum ponto de luz distante ou uma estrela mais brilhante para focar, ou, mais fácil ainda, jogamos o foco manualmente para “infinito”.





Compor a paisagem com o céu noturno é um dos grandes desafios da astrofotografia. A Via Láctea atravessa o céu de ponta a ponta e o coração dela costuma ficar bem alto no céu na maior parte do tempo, então uma lente grande-angular costuma ser muito útil nessas horas.

Dica preciosa: ative o timer da sua câmera antes de começar a exposição, para evitar que a mesma trema no momento em que você apertar o botão para fotografar. Ou, se você tiver, uso aquele controle remoto que acompanha alguns modelos.


 
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