Cuidados e prevenções: Acidentes com águas-vivas triplicam no verão - Foca na Folga


Com as altas temperaturas e o verão se aproximando, o número de feridos por águas-vivas nas praias brasileiras tende a aumentar significativamente, chegando a triplicar se comparado com outras épocas do ano. Alguns cuidados para evitar acidentes e primeiros socorros em caso de contato com a espécie tóxica podem ajudar a ter uma experiência mais tranquila durante as altas temporadas. Saiba o que fazer em caso de acidentes e como evitar as temidas águas vivas.

Ao contrário do que as pessoas imaginam, a ocorrência de águas-vivas no litoral não aumenta no verão, o que aumenta é o número de banhistas que buscam se refrescar durante as altas temperaturas e, consequentemente, aumenta também o número de vítimas que entram em contato com essa espécie. Para efeito de comparação, acontece a mesma coisa com o número de vítimas de afogamento durante o verão: havendo mais pessoas na água, a possibilidades de acidentes é maior.


Segundo a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, as ocorrências de acidentes com águas-vivas e caravelas na região chegam a triplicar no verão e, embora a maioria sejam sem muita gravidade, a dor intensa que as queimaduras causam na pele da vítima geram pânico, principalmente nas crianças. A difusão de informações falsas a respeito do que fazer em caso de acidentes do tipo também podem prejudicar ainda mais a pessoa que teve contato com uma água-viva, por isso é preciso ficar atento às dicas.

O que fazer em caso de queimaduras por água-viva?

- Saia da água imediatamente para evitar novas queimaduras ou problemas mais graves, pois, em alguns casos, as lesões por águas-vivas podem causar queda de pressão na vítima;
- Lave o local com água do mar. Nunca lave com água doce, mineral ou outra substância, como álcool puro, urina etc. Vinagre branco é indicado;
- Não esfregue a área afetada;
- Evite tratamentos caseiros duvidosos, pois isso pode apenas ‘mascarar’ os sintomas que podem piorar mais tarde. O indicado é procurar um posto de atendimento do Corpo de Bombeiros ou hospital próximo para que os primeiros socorros sejam prestados;
- Em caso de pessoas alérgicas e/ou de grandes áreas afetadas, deve-se procurar imediatamente o socorro médico de urgência;
- Em caso de dúvidas, ligue para o Centro de Controle de Envenenamentos, no telefone: 0800 410148.


Embora seja conhecido popularmente como “queimadura”, as lesões causadas na pele humana pelas águas-vivas são, na verdade, envenenamento. Em casos mais graves, o veneno pode provocar arritmias cardíacas, alteração no tônus vascular e insuficiência respiratória por congestão pulmonar. Há relatos ainda de dor de cabeça, náuseas, vômitos, febre e espasmos musculares.

Prevenção

- Fique somente em áreas observadas por guarda-vidas ou socorristas;
- Jamais toque em águas-vivas mesmo se elas estiverem mortas, pois a toxina permanece em seus tentáculos;
- Evite entrar no mar sozinho ou após anoitecer;
- Pergunte aos bombeiros locais sobre as condições das águas e de possíveis ocorrências de águas-vivas no local;
- Ao avistar alguma água-viva no mar, saia do local e avise quem estiver próximo.
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Cuidados e prevenções: Acidentes com águas-vivas triplicam no verão




Com as altas temperaturas e o verão se aproximando, o número de feridos por águas-vivas nas praias brasileiras tende a aumentar significativamente, chegando a triplicar se comparado com outras épocas do ano. Alguns cuidados para evitar acidentes e primeiros socorros em caso de contato com a espécie tóxica podem ajudar a ter uma experiência mais tranquila durante as altas temporadas. Saiba o que fazer em caso de acidentes e como evitar as temidas águas vivas.

Ao contrário do que as pessoas imaginam, a ocorrência de águas-vivas no litoral não aumenta no verão, o que aumenta é o número de banhistas que buscam se refrescar durante as altas temperaturas e, consequentemente, aumenta também o número de vítimas que entram em contato com essa espécie. Para efeito de comparação, acontece a mesma coisa com o número de vítimas de afogamento durante o verão: havendo mais pessoas na água, a possibilidades de acidentes é maior.


Segundo a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, as ocorrências de acidentes com águas-vivas e caravelas na região chegam a triplicar no verão e, embora a maioria sejam sem muita gravidade, a dor intensa que as queimaduras causam na pele da vítima geram pânico, principalmente nas crianças. A difusão de informações falsas a respeito do que fazer em caso de acidentes do tipo também podem prejudicar ainda mais a pessoa que teve contato com uma água-viva, por isso é preciso ficar atento às dicas.

O que fazer em caso de queimaduras por água-viva?

- Saia da água imediatamente para evitar novas queimaduras ou problemas mais graves, pois, em alguns casos, as lesões por águas-vivas podem causar queda de pressão na vítima;
- Lave o local com água do mar. Nunca lave com água doce, mineral ou outra substância, como álcool puro, urina etc. Vinagre branco é indicado;
- Não esfregue a área afetada;
- Evite tratamentos caseiros duvidosos, pois isso pode apenas ‘mascarar’ os sintomas que podem piorar mais tarde. O indicado é procurar um posto de atendimento do Corpo de Bombeiros ou hospital próximo para que os primeiros socorros sejam prestados;
- Em caso de pessoas alérgicas e/ou de grandes áreas afetadas, deve-se procurar imediatamente o socorro médico de urgência;
- Em caso de dúvidas, ligue para o Centro de Controle de Envenenamentos, no telefone: 0800 410148.


Embora seja conhecido popularmente como “queimadura”, as lesões causadas na pele humana pelas águas-vivas são, na verdade, envenenamento. Em casos mais graves, o veneno pode provocar arritmias cardíacas, alteração no tônus vascular e insuficiência respiratória por congestão pulmonar. Há relatos ainda de dor de cabeça, náuseas, vômitos, febre e espasmos musculares.

Prevenção

- Fique somente em áreas observadas por guarda-vidas ou socorristas;
- Jamais toque em águas-vivas mesmo se elas estiverem mortas, pois a toxina permanece em seus tentáculos;
- Evite entrar no mar sozinho ou após anoitecer;
- Pergunte aos bombeiros locais sobre as condições das águas e de possíveis ocorrências de águas-vivas no local;
- Ao avistar alguma água-viva no mar, saia do local e avise quem estiver próximo.
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