Conheça os encantos do Jalapão - Foca na Folga

Dunas desenhadas pelo vento, rios de águas transparentes e incríveis esculturas de pedras. Tudo isso você encontra no Jalapão, um lugar árido, em que a vida surpreendentemente floresce com abundância.

Em meio aos campos abertos brotam morros e penhascos de vários tamanhos, com várias formas e cores.


A areia com cara de deserto é cortada em várias partes pela água que brota das montanhas e dá vida ao lugar, parecendo uma miragem, um oásis


As dunas do Jalapão lembram muito as dunas do litoral do Nordeste brasileiro, fazendo parecer que o mar está logo ali, mas, na verdade, a praia mais próxima está a mais de mil quilômetros de distância de toda essa areia. Mas, afinal, como essa areia toda foi parar lá?

Este fenômeno pode ser explicado pela erosão das serras, que, devido aos fortes ventos, vão formando aos poucos essas 'montanhas de areia' que parecem não ter fim. Alguns paredões chegam a 40 metros de altura e, segundo pesquisas, a cada ano eles crescem mais, na altura e na largura.


As altas serras também são um parque de diversões para quem pratica parapente e paramotor, já que quando os ventos favorecem, você pode ter uma vista mais privilegiada ainda, vendo toda essa maravilha lá do alto.


O Jalapão é a maior área de cerrado contínuo que ainda está intacto, cabendo ali 22 cidades de São Paulo e ainda sobrando espaço. São 34 mil quilômetros quadrados. A Serra do Espírito Santo, com seus imponentes 22 quilômetros de extensão, marca o início do Parque Estadual do Jalapão.


Águas calmas e cristalinas e também quedas d'águas volumosas e fortes: são mais de 500 nascentes dentro da Estação Ecológica Serras Gerais, que garantem vida e exuberância no Jalapão. As nascentes abastecem a Bacia do Rio São Francisco e a do Rio Araguaia.

A Cachoeira da Fumaça é um exemplo do poder das águas da região. A água volumosa bate nas pedras gerando uma aparência esfumaçada, dando nome à queda


A cachoeira também fica dentro da Estação Ecológica


Ainda dentro do Parque Estadual do Jalapão, encontra-se a Cachoeira da Velha, com seus impressionantes cem metros de largura e quinze de queda livre. Nela não há como tomar banho, porém a construção de uma passarela faz com que você possa estar mais perto de uma das maravilhas naturais deste lugar incrível.


A Cachoeira da Velha está localizada no Rio Novo, o qual tem águas limpas 100% potável.

Já o Rio Formiga forma uma das cachoeiras mais lindas do Jalapão


Já os fervedouros são um espetáculo à parte: nascentes de rios subterrâneos, parecem não ter fundo se você pisar em cima deles diretamente, porém é impossível afundar, já que a pressão da água que vem das profundezas da terra não permite que isso aconteça. São oito fervedouros conhecidos no Jalapão e todos estão em áreas particulares controladas pelos seus donos. Normalmente o tempo máximo de banho para cada turista e épocas de temporadas é de vinte minutos.



Onde fica e como se chega?

O Jalapão ocupa uma área de 34 mil km² no centro-leste do Tocantins, fazendo fronteira com Bahia, Piauí e Maranhão. A principal porta de entrada da região é a cidadezinha de Ponte Alta do Tocantins, que está a 190 km da capital, Palmas, por estrada asfaltada. Dali em diante, só estradas de terra. Itinerários circulares usam a cidade de Novo Acordo, a 110 km de Palmas (também por asfalto) para entrar ou sair. A maior quantidade de atrativos está em torno do povoado de Mateiros, a 160 km de Ponte Alta (ou 240 km de Novo Acordo). Os povoados de Ponte Alta e São Félix do Tocantins (a 90 km de Mateiros e 150 km de Novo Acordo) também servem como base para visitar outros atrativos.

Quando ir ao Jalapão?

O Jalapão é visitável o ano inteiro. Entre maio e setembro quase não chove e o céu estará bem azul todos os dias.  Para ver o capim-dourado em seu estado dourado, visite em setembro. Durante a época seca os dias são quentes (quanto mais perto de setembro, mais quente) e as noites, frescas.

Conheça os encantos do Jalapão



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Dunas desenhadas pelo vento, rios de águas transparentes e incríveis esculturas de pedras. Tudo isso você encontra no Jalapão, um lugar árido, em que a vida surpreendentemente floresce com abundância.

Em meio aos campos abertos brotam morros e penhascos de vários tamanhos, com várias formas e cores.


A areia com cara de deserto é cortada em várias partes pela água que brota das montanhas e dá vida ao lugar, parecendo uma miragem, um oásis


As dunas do Jalapão lembram muito as dunas do litoral do Nordeste brasileiro, fazendo parecer que o mar está logo ali, mas, na verdade, a praia mais próxima está a mais de mil quilômetros de distância de toda essa areia. Mas, afinal, como essa areia toda foi parar lá?

Este fenômeno pode ser explicado pela erosão das serras, que, devido aos fortes ventos, vão formando aos poucos essas 'montanhas de areia' que parecem não ter fim. Alguns paredões chegam a 40 metros de altura e, segundo pesquisas, a cada ano eles crescem mais, na altura e na largura.


As altas serras também são um parque de diversões para quem pratica parapente e paramotor, já que quando os ventos favorecem, você pode ter uma vista mais privilegiada ainda, vendo toda essa maravilha lá do alto.


O Jalapão é a maior área de cerrado contínuo que ainda está intacto, cabendo ali 22 cidades de São Paulo e ainda sobrando espaço. São 34 mil quilômetros quadrados. A Serra do Espírito Santo, com seus imponentes 22 quilômetros de extensão, marca o início do Parque Estadual do Jalapão.


Águas calmas e cristalinas e também quedas d'águas volumosas e fortes: são mais de 500 nascentes dentro da Estação Ecológica Serras Gerais, que garantem vida e exuberância no Jalapão. As nascentes abastecem a Bacia do Rio São Francisco e a do Rio Araguaia.

A Cachoeira da Fumaça é um exemplo do poder das águas da região. A água volumosa bate nas pedras gerando uma aparência esfumaçada, dando nome à queda


A cachoeira também fica dentro da Estação Ecológica


Ainda dentro do Parque Estadual do Jalapão, encontra-se a Cachoeira da Velha, com seus impressionantes cem metros de largura e quinze de queda livre. Nela não há como tomar banho, porém a construção de uma passarela faz com que você possa estar mais perto de uma das maravilhas naturais deste lugar incrível.


A Cachoeira da Velha está localizada no Rio Novo, o qual tem águas limpas 100% potável.

Já o Rio Formiga forma uma das cachoeiras mais lindas do Jalapão


Já os fervedouros são um espetáculo à parte: nascentes de rios subterrâneos, parecem não ter fundo se você pisar em cima deles diretamente, porém é impossível afundar, já que a pressão da água que vem das profundezas da terra não permite que isso aconteça. São oito fervedouros conhecidos no Jalapão e todos estão em áreas particulares controladas pelos seus donos. Normalmente o tempo máximo de banho para cada turista e épocas de temporadas é de vinte minutos.



Onde fica e como se chega?

O Jalapão ocupa uma área de 34 mil km² no centro-leste do Tocantins, fazendo fronteira com Bahia, Piauí e Maranhão. A principal porta de entrada da região é a cidadezinha de Ponte Alta do Tocantins, que está a 190 km da capital, Palmas, por estrada asfaltada. Dali em diante, só estradas de terra. Itinerários circulares usam a cidade de Novo Acordo, a 110 km de Palmas (também por asfalto) para entrar ou sair. A maior quantidade de atrativos está em torno do povoado de Mateiros, a 160 km de Ponte Alta (ou 240 km de Novo Acordo). Os povoados de Ponte Alta e São Félix do Tocantins (a 90 km de Mateiros e 150 km de Novo Acordo) também servem como base para visitar outros atrativos.

Quando ir ao Jalapão?

O Jalapão é visitável o ano inteiro. Entre maio e setembro quase não chove e o céu estará bem azul todos os dias.  Para ver o capim-dourado em seu estado dourado, visite em setembro. Durante a época seca os dias são quentes (quanto mais perto de setembro, mais quente) e as noites, frescas.

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