A prisão que se tornou um paraíso no Brasil - Foca na Folga

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A prisão que se tornou um paraíso no Brasil

Antes usada como prisão para alguns dos criminosos mais perigosos do Brasil, esta ilha paradisíaca agora é reverenciada por suas águas cor de esmeralda e praias paradisíacas 

Fernando de Noronha, Pernambuco. Foto: Ilustração

Fundada em 1737, a prisão conhecida como "depósito de desvairados" não tinha muros e os presidiários eram 'livres' para andar por todo o território da ilha hoje conhecida por Fernando de Noronha. Atualmente, cerca de 75% das 21 ilhas que estão situadas a 350 km da costa nordeste do Brasil foram declaradas parque e santuário marinho nacional protegido em 1988 e, para promover o desenvolvimento sustentável, apenas 420 visitantes por dia podem entrar.

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Hoje em dia, é o sonho de qualquer turista visitar as ilhas de Fernando de Noronha, tendo uma procura muito alta por brasileiros e viajantes de outros países, mas nem sempre foi assim. Entre os séculos 18 e 20, a ilha principal foi usada como prisão para alguns dos criminosos mais perigosos do Brasil.

Daniel Wiedemann/ Shutterstock

Composto por um pedaço de rocha vulcânica de 28,5 km² e 20 ilhas menores, o arquipélago remoto foi descoberto no início do século 16 pelo marinheiro Fernando de Noronha. Foi então usado pelas forças armadas holandesas e portuguesas até que sua ilha principal se tornou um local de prisão em 1700. A prisão foi fechada em 1957, mas alguns ex-presidiários nunca saíram, tornando-a uma casa que muitos de seus ancestrais ainda compartilham.


Daniel Wiedemann/ Shutterstock

Ainda hoje, os visitantes podem ver algumas ruínas da prisão remota, já tomada pela vegetação local. Fernando de Noronha ainda é considerada isolada, embora não com a mesma intensidade que no passado. Para se ter ideia, quando o Brasil declarou independência de Portugal em 1822, demorou dois anos para que a notícia chegasse a Fernando de Noronha.

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